terça-feira, 29 de março de 2011

BULLY PS2

A mais nova sacada da Rockstar surpreende novamente! Quer ser o valentão da escola?

Se você já jogou GTA, ou qualquer que um de seus clones, então você não terá problemas para jogar Bully (afinal de contas, este conta com a engine de GTA). As mecânicas, técnicas de construção de enredo e, no geral, o sentimento do jogo são imediatamente reconhecidos – com um pouco dos elementos de games anteriores da Rockstar como San Andréas, Manhunt e The Warriors. Uma das coisas que Bully tem de diferente é o seu alvo. Você não está atravessando um estado inteiro, nem encontrando novas e brutais formas de matar ou massacrar seus adversários. Em Bully, não há mortes humanas, não a sangue (seja vermelho, cinza ou qualquer outro que você imaginar) e os jogadores não irão derrubar aviões ou construções. Esse conto é sobre a cidade de Bullworth, seu particular sistema de ensino e tudo sobre a experiência de tornar-se parte desse ideal.

É claro que tendo uma escala menor, que os títulos anteriores da Rockstar, não faz de Bully um game pequeno. Comparado aos demais games de ação, a história de Jimmy Hopkins é incrivelmente maior. Com mais de 100 Npcs (personagens com personalidades distintas, controlados pelo jogo), vários centros comerciais e residenciais, lago, áreas secretas e os arredores de um colégio, Bullworth e seus arredores dão aos jogadores muita coisa a se fazer. Na verdade, não seria exagero dizer que Bully é um dos maiores e mais profundos games desse ano.

Mas, espaço e abundancia de opções pode não ser o suficiente. Por isso o jogo tem que ser divertido ou então seria apenas uma enorme perda de tempo. Felizmente, Bully é divertido e irá manter você ocupado com uma série de atividades e mini-games. O truque para descobri-los, entretanto, é passar do primeiro capítulo. Construído como tutorial, os movimentos iniciais de Bully não condizem com o restante da diversão (o início pode tornar-se meio maçante, pois é de três a seis horas).

Porém, logo que o segundo capítulo começa as coisas realmente melhoram. O protagonista pode participar de praticamente tudo o que um adolescente faria em seu tempo livre, como corridas de bicicleta, skate, e pegar garotas. Ele pode até mesmo conseguir um trabalho para ganhar uma grana extra (usado para comprar roupas e comida) podendo vender hamburgers, cortar grama ou até entregar jornais. Há uma série de outras coisas que o jovem Mr. Hopkins pode fazer, mas descobri-las por si só é parte da diversão!

Na maior parte dessa aventura, as missões principais e secundárias de Bully são jogadas da mesma forma: em terceira pessoa, com combates mano-a-mano, usando as funções de pressão para combate do analógico do PS2 (parecido com o que acontece em The Warriors). Verdade seja dita? Você fará isso a maior parte do tempo, seja entregando pacotes, escoltando amigos ou até mesmo explorando a cidade, a pancada rola solta! E além dos tradicionais socos e pontapés, você poderá melhorar suas técnicas de combate numa academia, entregando rádios transistores para Koreanos ou até mesmo encarando um ringue de boxe. Parte da diversão das batalhas está no fato em que, além de socos, chutes e balões, você poderá contar com diversas armas, entre ovos, traques, bombas fedidas, extintores de incêndio, e o clássico estilingue, para surrar a cara de nerds até valentões lideres de gangues, dos mais tolos personagens, até chefões com alta inteligência artificial.

É até interessante ver a Rockstar promover a necessidade de fazer os alunos irem às aulas, o que é útil no jogo para evoluir as perícias. Mesmo com o fato que às vezes isso pode se tornar repetitivo, ninguém pode dizer que eles não lembraram da importância dos estudos, não importando quão bagunçada seja a vida de um adolescente valentão. E alguns dos mini-games das seqüências de alunas são até divertidos, com vários quebra-cabeças.

Há várias outras formas de distração, como os “árcades” que você pode jogar em vários pontos da cidade. Se é a versão 2D ou 3D de um game de corrida chamado Future Racer (que não é muito bom) ou o incrível teste de reflexos de ConSumo, muitos dos velhos games da época de escola surgem. Além de games, tem até um festival, no mesmo estilo parque de diversões, para ganhar tíquetes e trocar por prêmios. Isso é que é diversão!

O que realmente merece atenção em Bully é o enredo e a apresentação. Como os diversos títulos da Rockstar, a caracterização e o humor nesse game estão presentes. Bully é facilmente o game mais engraçado já feito para o Playstation 2, que pode ser literalmente chamado de comédia! Quem diria que uma vida de valentão poderia ter um enredo tão interessante, ao contrário do que muitos imaginavam que esse título seria. O mesmo conta com uma história rude com ótimos diálogos entre seus fortes personagens.

Outro aspecto importante desse jogo é o som. Há pelo menos 39.000 linhas de conversação (com repetições, claro, quando você faz a exploração livre) e trilha sonora de deixar o ouvido em pé, sendo essa completamente original, feita por Shawn Lee.

O visual de Bully é outro forte aspecto do game. Como o foco não fica nos personagens, essa engine se beneficia de algo nunca tão bem aproveitado antes: As construções, os ambientes internos, enfim, toda a ambientação conta com uma qualidade soberba, fazendo desse game um dos mais belos já feitos pela Rockstar desde Manhunt. Ressalvo que os personagens não são tão bonitos assim, mas esse detalhe não tira o brilho do trabalho de arte que fora feito nesse jogo.

Bully é um game bastante interessante. A Rockstar conseguiu manter sua reputação de games violentos e conteúdo mais voltado para adultos, mesmo se pensando que seria difícil conseguir isso com um game voltado para a galera adolescente. Bully irá surpreender àqueles que jogarem, sendo um game de ação bastante interessante com muito humor e horas de diversão.

Plataforma: Playstation 2
Publicado por: Rockstar Games
Desenvolvido por: Rockstar Vancouver
Gênero: Ação
ESRB Rating (censura): Teen (adolescente

segunda-feira, 28 de março de 2011

A POLÊMICA GERADA SOBRE O GAME

O novo jogo da Rockstar estava programado para ser lançado em Abril, mas a grande polemica gerado sobre o game está adiando seu lançamento. O enredo trata do mundo que envolve o chamado bullying, que significa uma expressão norte-americana para o compartamento violento daqueles garotos que se divertem atormentando a vida dos meninos mais fracos e indefesos da escola.

Rochelle Sides, mãe de um garoto que após sofrer anos pela pratica do bullying acabou se suicidando, está engajada para que o jogo não seja lançado, ela preparou um abaixo-assinado pela internet e enviou ao presidente da Rockstar, Sam Houser, para que ele tranque o projeto, pois pelo menos 16 crianças se suicidam todo ano após sofrer com a prática do bullying.

A ROTINA DE jimmy

O dia-a-dia de Jimmy será bastante corrido, com muita exploração do cenário, interatividade com os outros personagens e muita destruição do campus escolar.

8am - 9am
Jimmy acorda, sempre atrasado, e toma café da manhã rápido pra chegar a New England-based Bullworth Academy. O Save Point fica do lado da cama de Jimmy, então o jogador poderá salvar o jogo sempre após acordar. Será em casa que Jimmy analisará os equipamentos que dispõe para causa o pânico na escola.

9am - 12pm | Primeiro Período
Às 9 horas o sinal toca e os estudantes devem ir para suas salas. Os que estiverem pelos corredores serão severamente punidos, portanto o jogador deve ficar atento se pretende aprontar essa hora. Você terá aulas de história, quimica, matemática...

12pm - 1pm | Almoço
Na hora do rango o jogador poderá visitar a cafeteria da escola. Um lugar repleto de nerds almoçando, um prato cheio para você fazer suas maldades.

1pm - 4pm | Segundo Período
Aulas, aulas e mais aulas!!

4pm - 11pm | Tempo Livre
A hora mais esperada do dia-a-dia de Jimmy no game, quando todos os alunos estão voltando para suas casas ou passeando no campus e Jimmy pode extorqui-los aos montes, para conseguir juntar mais dinheiro para sua próxima visita a cidade grande. Essa hora você ira se impor no campus escolar para conseguir o mais importante no jogo: respeito!

11pm - 8am | Hora de Descançar
Com uma boa noite de sono, mais energias para Jimmy aprontar no dia seguinte!

BULLY SERIA O SEGUIDOR DE GTA

Quando a RockStar anuncia um jogo de ação é motivo para festa por parte dos apaixonados por videogame. Simplesmente porque ela construiu uma tradição para a sexta geração de videogames (essas de 128 Bits) com os melhores games da história de ação em campos abertos. Só para constar, GTA é um game deles.

Dessa vez o novo game, Bully, utilizará a mesma fórmula de uma cidade aberta, para ser explorada em suas minúcias, mas em um contexto diferente: ao invéz de gangesters envolvidos com máfias e trocas de tiro, em Bully o jogador irá incorporar a pele de um jovem de 15 anos chamado Jimmy Hopkins, que está cursando seus primeiros dias na New England-based Bullworth Academy. Você aprontará bastante na escola, o que te levará, diversas vezes, à diretoria por confusões, humilhações de colegas e brigas no recreio.

OQ É BULY MAIS CONHECIDO COMO BULLING


O “bullying” é um problema mundial, sendo encontrado em toda e qualquer escola, não estando restrito a nenhum tipo específico de instituição: primária ou secundária, pública ou privada, rural ou urbana.


Mas, o que é “bullying”, afinal?

Bullying não é fácil de definir, por não existir uma palavra na língua portuguesa capaz de expressar todas as situações de “bullying” possíveis. Este termo compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas entre iguais (estudantes), que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder, que tornam possível a intimidação da vítima.
A palavra “bullying” é usada para descrever tipos diferentes de comportamento que visam ferir ou controlar outra pessoa. Algumas vezes, “bullying” quer dizer colocar apelidos, dizer palavrões, fazer ameaças, difamar alguém ou falar mal pelas costas, ofender, zoar, gozar, encarnar, “sacanear”, humilhar, fazer sofrer, discriminar, excluir, isolar, ignorar, intimidar, perseguir, assediar, aterrorizar, amedrontar, tiranizar, dominar, agredir, bater, chutar, empurrar, ferir, roubar, quebrar pertences, sacudir ou fazer com que alguém faça algo que ele não quer.
Basicamente, “bullying” tem a ver com fazer com que alguém se sinta inseguro, insignificante ou amedrontado, excluindo essa pessoa de atividades, jogos ou de um grupo social, ignorando-osdeliberadamente. Às vezes, é um indivíduo quem faz “bullying” e, em outras, é um grupo.
A coisa mais importante não é a ação em si, mas o efeito que esta tem sobre a vítima.
Que mundo perverso é este? Será que só agora a perseguição contra alunos em escolas se tornou evidente e reconhecida? Será que só agora perceberam a solidão de crianças marginalizadas pelos colegas? Será que só agora é reconhecido o direito de cada um ser respeitado, bem como o de igualmente respeitar o outro?
Na verdade, estes comportamentos agressivos sempre existiram, mas o que mudou foi a intensidade de sua freqüência e de seu teor agressivo, reflexo de um mundo individualista, cada vez mais bélico e carente de humanidade.
Com certeza, existem diversos fatores que geram tal atitude:
  • a pessoa pode ter sido, ela mesma, alvo de “bullying”, em alguma época;
  • pode estar querendo chamar a atenção;
  • a pessoa sente-se poderosa e superior aos outros e, assim, busca lidar com sua baixa-estima e complexos;
  • crença de que o “bullying” trará popularidade dentro de um grupo;

  • sentimentos de inveja ou ciúme;

  • serem eles mesmos vítimas de um sistema familiar disfuncional, onde os pais sejam distantes e falte uma relação afetivo/corporal entre pais e filhos, onde os pais sejam superprotetores, gerando filhos egocêntricos, e onde os pais sejam, eles mesmos, pessoas agressivas.
O fato é que as pessoas que têm este comportamento mascaram seus próprios temores internos, tentam driblar o que as amedronta, amedrontando alguém e ferindo o outro, por medo de serem feridos primeiro. Tais pessoas são intimamente infelizes e tentam lançar nos demais a sua infelicidade.
Por outro lado, pouco ou nada sentem de responsabilidade por seus atos e, freqüentemente, desejam exercer um controle sobre outra pessoa, com o objetivo de sempre sair ganhando. São incapazes de compreender e de apreciar os sentimentos alheios, mas são excelentes observadores do comportamento humano, sempre escolhendo como alvo aqueles que se intimidam e se mostram medrosos e covardes, ou seja, aqueles que são facilmente derrotados.
Na realidade, tais pessoas precisam tanto de ajuda quanto as suas vítimas, sob perigo de que venham a se tornar marginais e infratores da lei, adultos com comportamentos anti-sociais e/ou violentos, podendo vir a adotar, inclusive, atitudes delinqüentes ou criminosas.
O melhor antídoto para lidar com o “bullying” e não se tornar um alvo fácil é gostar de si mesmo, é acreditar em si próprio, é ter uma elevada auto-imagem que abarque a aceitação de suas características próprias, aceitando-as como prova de sua individualidade no mundo, e, principalmente, não cultivar o papel de vítima perante os demais.
Os alvos são pessoas ou grupos que são prejudicados ou que sofrem as conseqüências dos comportamentos de outros e que não dispõem de recursos, status ou habilidade para reagir ou fazer cessar os atos danosos contra si. São, geralmente, pouco sociáveis e um forte sentimento de insegurança os impede de solicitar ajuda. São pessoas sem esperança quanto às possibilidades de se adequarem ao grupo.
A baixa auto-estima é agravada por intervenções críticas ou pela indiferença dos adultos sobre seu sofrimento. Alguns crêem ser merecedores do que lhes é imposto.
Têm poucos amigos, são passivos, quietos e não reagem efetivamente aos atos de agressividade sofridos. Muitos passam a ter baixo desempenho escolar, resistem ou recusam-se a ir para a escola, chegando a simular doenças. Trocam de colégio com freqüência, ou abandonam os estudos.
Por outro lado, é importante que se conscientize de que não está sozinho nessa situação, não sendo culpado pelo que acontece, embora seja responsável pelo que possa vir a acontecer, se der poder a quem o ameaça, submetendo-se por medo. É importante que relate os fatos para outras pessoas como amigos e adultos que fazem parte de seu convívio, como seus pais, professores, orientadores, terapeutas, pois é realmente difícil interromper esse processo sozinho.
Determinadas atitudes são fundamentais nesta hora, como ter coragem e não passar uma imagem de medo, pois, na realidade, este é o grande prêmio de quem coage em um “bullying”. Deve manter a calma, não lutar ou reagir de modo agressivo, transparecendo sua raiva, outro objetivo de um “bully”; procurando ignorar os provocadores e indo embora, pois, assim, há um esvaziamento do poder de quem coage. O que ele deseja ver são evidências de quanto o outro se sente mal e incapaz e, possivelmente, agirá ainda pior na próxima vez.
Quem é perseguido em “bullyings”, deve procurar se filiar a grupos, clubes ou times, principalmente quando é novo em uma escola,deve andar próximo a um amigo ou professor, durante os intervalos das aulas ou recreio, sentar-se perto de adultos, ou seja, evitar ficar só e isolado e lembrar-se sempre de que:
“Deve tratar os outros do modo como gostaria de ser tratado. Deve ajudar alguém que necessita, pois quando você precisar, alguém o fará por você, e lembrar que cada um de nós tem o direito de ser respeitado e a responsabilidade de respeitar os demais.”
As testemunhas, representadas pela grande maioria dos alunos, convivem com a violência e se calam em razão do temor de se tornarem as "próximas vítimas". Apesar de não sofrerem as agressões diretamente, muitas delas podem se sentir incomodadas com o que vêem e inseguras sobre o que fazer. Algumas reagem negativamente diante da violação de seu direito a aprender em um ambiente seguro, solidário e sem temores. Tudo isso pode influenciar negativamente sobre sua capacidade de progredir acadêmica e socialmente.
É importante também ressaltar certas atitudes a serem tomadas por aqueles que presenciam um “bullying”. Cuidado para não tomar atitudes impulsivas, elas só irão atrapalhar!
Evite lutar, usar de ironia, ou fazendo com que o “bully” se sinta importante e poderoso, durante o episódio. Procure se inserir no contexto, não como simples platéia, meramente assistindo, mas tentando fazer com que o episódio termine. Verifique se a criança perseguida irá contar o que acontece a um adulto, caso contrário se ofereça para ir junto e procurar com ela alguém em quem confie.
A equipe de uma escola deve ficar atenta aos alunos novos e àqueles que permanecem sozinhos e isolados, procurando conversar com eles, desenvolver um clima de amizade e confiança e procurando inseri-los em atividades.
Sabe-se que quando não há intervenções efetivas contra o “bullying”, o ambiente escolar torna-se totalmente contaminado. Todas as crianças, sem exceção, são afetadas negativamente, passando a experimentar sentimentos de ansiedade e medo.
Em acréscimo às orientações comumente dadas pela equipe docente sobre os malefícios do “bullying”, é importante que o estabelecimento de ensino crie estratégias adequadas à redução deste tipo de comportamento. É fundamental que o tema seja divulgado e que se dê aos alunos a oportunidade de falar sobre “bullying”. É importante que se faça uma pesquisa da realidade, que se escutem opiniões a respeito e que os pais sejam informados.
A única maneira de se combater o “bullying” é através da cooperação de todos os envolvidos: professores, funcionários, alunos e pais.
Alguns exemplos dessas atividades e práticas são:
· A criação de letras de músicas pelos alunos.
· A elaboração de cartazes sobre o aspecto desumano de nossa época e, em especial, do “bullying”.
· Elaboração de atividades que promovam debates e conscientizações sobre como lidar com este comportamento, visando desenvolver e estabelecer lideranças positivas entre os alunos.
· A realização de dramatizações que focalizassem cenas de coação e desqualificação entre alunos, com o objetivo de posteriores plenários.
· Apresentação de vídeos sobre o assunto, com posterior debate entre alunos.
· Dinâmicas de grupo visando um compartilhar de vivências de “bullying”etc.
· Reuniões com os familiares para que possam participar do processo e se conscientizar de sua responsabilidade, tanto na formação de alunos “bully” como de alunos alvos de “bullying”.
É importante lembrar que o “bullying” é fundamentalmente uma luta de poder, baseada em uma liderança negativa, sendo assim, uma medida preventiva e profilática seria fomentar a criação de lideranças positivas em maior número na escola.

PIRATA

Vá até Old Bullworth Vale, no Píer. Nade até a ilha e, nela, vá seguindo um
navio afundado. Na praia, um pirata! Com perna-de-pau e tudo!
Pegue a arma dele (que é uma régua!), derrote-o e ganhe o chapéu de pirata.